Mostrando postagens com marcador política. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador política. Mostrar todas as postagens

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou no início do mês, em discurso no Parlamento da Turquia, que seu país não está, nem entrará, em guerra com o Islã.
Na verdade, o objetivo de seu Governo é promover uma reaproximação com o mundo muçulmano, informa o site da Casa Branca.

“Os EUA não estão e nunca estarão em guerra com o Islã. De fato, nossa parceria com o mundo muçulmano é crítica não apenas em diminuir as ideologias violentas que pessoas de todas as crenças rejeitam, mas para reforçar as oportunidades para todas estas pessoas”, declarou Obama.

“Além disso, quero deixar claro que o relacionamento dos EUA com a comunidade muçulmana, o mundo muçulmano, não pode e não será baseado apenas na oposição ao terrorismo. Nós procuramos uma aproximação mais ampla baseada no interesse mútuo e no respeito mútuo”, concluiu o presidente americano.
Fonte: Cristianismo Hoje.

Posse de Obama

Nesta terça, Barack Hussein Obama assumiu a Presidência dos Estados Unidos em um momento de inúmeras incertezas e conflitos ao redor do mundo.

Seja por causa da crise econômica ou pelos inúmeros conflitos agora existentes – vide o caso da Faixa de Gaza – o novo presidente americano é visto como aquele que pode conduzir seu país, e o mundo, para um futuro melhor.

Esta é uma percepção interessante, pois vai ao encontro da doutrina do Destino Manifesto – por meio da qual os americanos se percebem como os eleitos de Deus para comandarem a humanidade para dias melhores.

Obama – que adotou em sua campanha as palavras esperança e mudança como seus lemas – dá indícios de ser um político mais aberto e mais preocupado com os outros povos do que seu antecessor – George W. Bush.

No entanto, para todos aqueles que ouviram as palavras que pronunciou em seu discurso de posse fica evidente que Obama deseja, acima de tudo, fazer com que os EUA voltem a assumir um papel de protagonista na esfera internacional.

Para alguns esta confiança extrema dos americanos em si mesmos é vista apenas como uma demonstração de arrogância. Porém, esta postura também nos ajuda a entender como este povo se constituiu como nação.

Acredito que para o americano, se perceber como alguém que faz parte de um povo que tem um destino especial traçado por Deus deve ser um algo que lhe motiva muito a contribuir para o bem de sua nação e para não se deixar abater pelas dificuldades.

Daí, penso que surge a possibilidade de o povo americano assumir o papel de protagonista na esfera internacional. Pois, só é líder aquele que, em primeiro lugar, se enxerga como alguém que pode oferecer algo ao outro.


É verdade que esta é uma opção perigosa, pois a vaidade se torna uma companhia constante. No entanto, creio que talvez possamos aprender um pouco com ela para que possamos nos tornar uma nação melhor.

obamamania

Já faz quase um mês que Barack Obama garantiu a presidência dos Estados Unidos. Entretanto, não há como desconsiderar toda a celeuma causada após a chegada do democrata ao posto máximo da maior potência dos dias atuais.

Muito foi dito sobre o “primeiro negro a chegar à Casa Branca”: desde que os EUA passavam por um momento histórico até que o mundo não seria mais o mesmo após este evento.

É inegável que a chegada de Obama à presidência americana faz soprar um vento de esperança há muito não visto. Porém, também parece claro que a celebração em torno da vitória dele foi por demais exagerada.

Assim como muitos analistas, credito o sucesso do democrata a uma campanha muito bem feita na qual ele privilegiou duas coisas que faltam nos dias atuais: esperança e mudança.

Em um mundo tão sem graça – aqui valem todas as conotações da palavra – promessas de um futuro melhor sempre são bem-vindas, principalmente quando feitas por alguém que representa o novo.

Porém, Obama não é o messias que tudo solucionará – como pareceu afirmar um articulista de um jornal de grande circulação do Rio –, mas é um homem como eu e você. Aí está o problema. Por melhores que sejam suas intenções está sujeito às tentações que cercam aqueles que chegam ao poder. Além disso, terá que se contrapor a um sistema corrompido.

Conseguirá ele realizar as mudanças prometidas e honrar toda a esperança nele depositada. Só o tempo dirá...

falsas idéias

"Ataque a idéia falsa, não a pessoa que defende essa idéia". Martin Luther King Jr.

A atual crise financeira é no mínimo reveladora. Ela deixa claro que na sociedade atual o que conta é o capital, em detrimento das pessoas.

Para confirmar isto basta uma olhada rápida nos EUA, onde a população sofre com a crise – perdendo casa e emprego ­–, enquanto os banqueiros contam com um pacote milionário de ajudas.

informação que desinforma

É triste constatar que grande parte da informação oferecida não tem relação alguma com as questões essenciais da vida.

Na verdade, ela funciona como um elemento de alienação, pois dirige o olhar para questões irrelevantes.

sobre a morte

"Assim como vocês, eu também não sei o que é a morte. E não tenho medo dela. Eu tenho medo é da desonra". José Alencar