Uma declaração da ONG "Crisis Action" evidencia uma triste realidade dos dias atuais: "Neste abril muitas crianças em Darfur completarão cinco anos sem nunca terem conhecido a paz".
Simplificando, estas crianças nasceram em um contexto de guerra e nunca experimentaram o que é viver em paz.
Isto me fez pensar em quantas crianças brasileiras nunca tiveram a oportunidade de experimentar o carinho de uma família, de ter um lar para morar, de saberem que são amadas e especiais para alguém.
Muitas vezes nos constrangemos com as crises existentes em outros países. No entanto, permanecemos com o coração endurecido com relação a aqueles que sofrem diante de nós.
A saída para isto? Amar como Jesus amou, de tal forma que não possamos permanecer indiferentes em meio à injustiça existente.
Ontem foi um dia no qual pensei bastante sobre o quanto somos produtos de nossa sociedade.
Durante a conversa com um amigo pude perceber como por vezes podemos fazer da vida uma sucessão de atos impensados. Esta é uma constatação muito triste, principalmente quando estes atos impensados nada refletem de Deus.
Entretanto, também temos a opção de realizar uma caminhada na qual nos "libertamos" de inúmeras amarras sociais e assumimos o papel de protagonistas de nossas ações.
O segundo momento no qual pensei sobre o quanto somos produtos de nossa sociedade foi durante o culto dominical de minha igreja.
Nesta oportunidade o pastor falou do compromisso que devemos ter na formação das crianças. Segundo ele, somos diretamente responsáveis pelo futuro dos pequeninos e, conseqüentemente, da sociedade. Esta possibilidade surge pelo fato de sermos referências para os nossos filhos e netos, exemplos de como devem viver.
Para ilustrar sua argumentação ele apresentou o belo vídeo "Crianças vêem... crianças fazem..."
Veja e reflita sobre a forma como você se deixa influenciar e como tem influenciado os outros...
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